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Importância do uso do ácido fólico antes de engravidar

Por Felipe Canavez
O ácido fólico, também conhecido como vitamina B9, pertence a um grupo de vitaminas chamado complexo B. Ele é necessário para a formação das proteínas – que formam diversas estruturas do nosso corpo – e da hemoglobina – estrutura responsável pelo transporte de oxigênio no sangue. Normalmente, encontramos o ácido fólico em verduras de folha verde, legumes, frutos secos e em vísceras de animais. Ele pode se perder em algumas formas de conservação de alimentos e no processo de cozimento.
Pela sua importância na formação de células do sangue, a carência nutricional do ácido fólico está relacionada com alguns tipos específicos de anemia, cuja suplementação de ferro, sob a forma de sulfato ferroso, não supre o efeito desejado. No Brasil há uma lei que determina que a farinha de trigo seja enriquecida com ferro e ácido fólico, baseada em uma estratégia do Ministério da Saúde para diminuir a ocorrência de anemia, principalmente em crianças.
A suplementação vitamínica com o ácido fólico constitui-se em uma das possibilidades de prevenção de malformações fetais graves, principalmente dos defeitos de fechamento do tubo neural (estrutura do embrião que origina o cérebro e a medula espinhal). Os defeitos variam de pequenas alterações na parte final da coluna a casos mais graves. Tais alterações necessitam de cirurgia para correção e muitas vezes deixam sequelas motoras e neurológicas nas crianças acometidas. No Brasil, os casos de malformações fetais relacionadas com os defeitos de fechamento do tubo neural são de aproximadamente dois casos para cada mil bebês nascidos vivos. São consideradas pacientes de risco: as usuárias de medicamentos que diminuem a absorção do ácido fólico (como as medicações para epilepsia), as diabéticas que usam insulina e a mulheres grávidas de gêmeos.
A forma mais eficaz de prevenir as malformações fetais relacionadas com as alterações no fechamento do tubo neural é a administração de ácido fólico ao menos três meses antes da gestação. Sabendo que mais de 50% das gestações em nosso país não são planejadas, esta estratégia de prevenção, na maioria das vezes, não se realiza de forma adequada. A administração do ácido fólico, em geral, somente se inicia na primeira consulta de pré-natal, podendo já ter passado cinco semanas ou mais de gestação.
A conscientização da população para a importância da consulta antes de engravidar, ou simplesmente de comunicar a seu médico que interrompeu o uso de algum método anticoncepcional, é fundamental para uma prevenção eficaz das complicações fetais, principalmente as malformações. As primeiras doze semanas de gestação, chamado de período embrionário, são fundamentais para o adequado desenvolvimento fetal. Nesta fase ocorre praticamente toda a formação do bebê. Nas semanas seguintes ocorre o crescimento das estruturas previamente desenvolvidas. Toda mulher que pretende engravidar, independentemente da alimentação, deve iniciar o uso diário de ácido fólico e deverá continuar por, no mínimo, até a décima segunda semana de gravidez.
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