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O papel dos sexos na infertilidade: médica rebate tabu sobre ‘culpa’ ser creditada à mulher

O papel dos sexos na infertilidade: médica rebate tabu sobre ‘culpa’ ser creditada à mulher

No lançamento da terceira temporada de The Handmaid’s Tale, especialista em reprodução assistida lembra que ambos os parceiros podem ter problemas para engravidar.

Quem acompanha The Handmaid’s Tale (O Conto da Aia), série cuja terceira temporada vem sendo exibida na TV por assinatura, sabe que no drama produzido pela plataforma Hulu a infertilidade é creditada a problemas estritamente femininos.

Apesar de se tratar de uma obra de ficção, na vida real o assunto também gera tabu. E em muitos casos a culpabilidade pelo problema de não engravidar recai sobre as mulheres, como afirma a médica Cláudia Navarro, especialista em reprodução assistida. “Assim como pensa a sociedade de Handmaid´s Tale, longe das telas a falta de informação já levou muitas pessoas a associarem exclusivamente às mulheres a ‘culpa’ pela infertilidade.”

Porém, esse tipo de interpretação não passa de um erro provocado pelo machismo ou pela falta de informação. “Graças aos estudos em reprodução assistida, hoje sabemos que, para um casal que passou 12 meses tentando uma gravidez, sem o uso de métodos contraceptivos, há 35% de chances de a infertilidade estar relacionada à mulher, outros 35% ao homem, em 10% para ambos, e 10% de causas desconhecidas. A conscientização sobre o assunto se mostra necessária, pois existem técnicas variadas de tratamento para cada caso.”

Cláudia destaca ainda que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), de 50 a 80 milhões de pessoas no mundo sofrem com problemas de infertilidade. E afirma: “Assim como a série Handmaid’s Tale (O Conto da Aia) evidencia a falta de informação acerca da infertilidade, a sociedade o faz. É preciso saber que a infertilidade de homens e mulheres envolve aspectos biológicos, psicológicos e sociais, e todos eles devem ser considerados durante a consulta com o especialista”.

Tratamentos A especialista afirma que a investigação de uma possível infertilidade vai desde a entrevista na primeira consulta à realização de exames clínicos e laboratoriais, como espermograma (que avalia a quantidade e mobilidade dos gametas masculinos) e exames ultrassonográficos e radiológicos para avaliação de útero, ovários e trompas.

A médica explica ainda que em caso de diagnóstico positivo para infertilidade, cabe ao especialista indicar se há possibilidade de tratamento e qual será o mais eficaz. “Temos visto grandes e rápidas evoluções na área de reprodução assistida, que auxiliam tanto homens quanto mulheres.” Ela cita que desde a primeira criança gerada por Fertilização In Vitro (em 1984), a quantidade de mulheres que deram à luz depois dos 35 anos cresceu 65% nos últimos 20 anos, segundo o Ministério da Saúde. “Isso mostra que, mesmo sem interferir na taxa de natalidade do país, que está em queda, a realidade mudou para esse grupo de mulheres em idade na qual a capacidade reprodutiva começa a declinar”, aponta.

A médica cita ainda a possibilidade de congelamento de óvulos para mulheres que buscam a independência e autonomia antes de engravidar. “A prática no Brasil existe há mais de uma década e vem sendo utilizada por mulheres que desejam engravidar mais tarde, seja porque vão passar por procedimentos invasivos, que podem afetar os óvulos, ou porque esperam o momento mais propício para engravidarem.”

 

Fonte: Portal UAI

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